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DESMASCARANDO O MUNDO CIVILIZADO

DOM KARLOSOL

DOM KARLOSOL SOLDANHA

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QUERIA LOGO SER ADULTO PARA SABER DAS COISAS QUE JULGAVA SÓ OS MAIS VELHOS SABEREM, MAS DESCOBRIR QUE NINGUÉM REALMENTE SABE DE NADA NESSE MUNDO, ALÉM DO CONHECIMENTO SUPERFICIAL QUE PODEMOS CAPTAR COM OS SENTIMENTOS. ESTAMOS VEDADOS E AMARRADOS NUM MUNDO DE ILUSÃO NO UNIVERSO MATERIAL LIMITADO, DO QUAL SOMOS FEITOS. MINHA MISSÃO É ENCONTRAR A VERDADE DA VERDADEIRA REALIDADE.

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6/10/2009

MUNDO IMPERIALISTA

 

 

A necessidade de conviver coletivamente organizado é uma essência da existência contida no ser humano, mas haja vista a convivência em comunidade desde os tempos remotos, o homem ainda não encontrou o ponto certo para viver harmoniosamente em grupos, sociedades e nações constituídas; em relacionamento uns com os outros.

 

Essa situação pode ser medida em graus de periculosidade humana no nível de convivência dentro do senso comum de progresso no comportamento individual e coletivo, de acordo com a evolução do indivíduo na história e na prática da vivência social, de indivíduos para indivíduos, ou de grupos para grupos; no conjunto da humanidade. Assim nos primórdios eram pequenas comunidades que passou para sociedades mais complexas e dessas para o que hoje chamamos de comunidades das nações.

 

Atualmente o formato da organização mundial é determinado pela configuração dos países, que obedecem a princípios próprios de existência cultural e étnica dos seus povos. Mas antre os indivíduos em sociedade sempre existiu a tendência natural de liderança para que a sociedade funcione, tal como foi dimensionada ao longo do tempo. Querendo ou não o homem carrega esse princípio essencial à vida em sociedade que também é um propósito que se tornou cultural na sua prática.

 

Esse comportamento no nível das nações, no mundo, também existe no nível dos indivíduos. Mas tanto entre indivíduos como nações, convencionou-se a liderança sempre pertencer o mais rico e mais influente e normalmente essa liderança é conquistada informalmente pela imposição de poder do mais forte sobre os mais fracos. Isso no nível do indivíduo é denominado usurpação do outro e no nível das nações chamam-se imperialismo. Imperialismo é a nação mais rica tentando mandar em todo o resto. Foi assim com os Sumérios, os Persas, os Gregos, os Romanos e na modernidade com a França Napoleônica, a Inglaterra Vitoriana, e hoje os Estados Unidos. Quer dizer: o imperialismo é um modelo que se conservou na história, mesmo com todas as mudanças ocorridas na civilização, nas épocas passadas e atuais.

 

A característica básica do imperialismo consiste no mais poderoso dominar por diferentes meios os mais fracos, por mecanismos sutis, quando não há resistência ou pela força. Sempre usando o poder econômico para conquistar apoio daqueles que são importantes no sistema das nações, que se define por interesses.

 

Na atualidade esse comportamento é bem claro nas questões internacionais, quando os Estados Unidos, apoiado ou não pela ONU, tenta impor sua vontade por meio de influencias para o resto do mundo, sempre sob a ideologia da solidariedade humanitária ou da vontade de zelar pela paz mundial. Vale lembrar que a vontade de fazer o bem existe no imperialismo, porque esse se sente paternalista, mas o objetivo central dessa idéia é servir de justificativa para o primeiro; a dominação propriamente dita. No imperialismo as políticas para o bem sempre são disfarçadas de segundas intenções.  

 

Atualmente o imperialismo dos Estados Unidos se faz bem visível nas questões armamentistas, poder que os países, culturalmente, sempre tiveram necessidade de manter. Mas com o avanço da tecnologia na sofisticação dos armamentos atuais, certos equipamentos bélicos para um país médio pode representar nivelamento de poder com a nação dominante imperialista, ou mesmo representar ameaças as suas pretensões; isso é causa de atrito. A política do desarmamento é um dos principais objetivos dos Estados Unidos para prolongar sua posição no topo das nações, como qualquer outro no seu lugar o faria, com a desculpa da preocupação da paz mundial. Quem se preocupa com a paz mundial não impõe o desarmamento á ninguém estando também armado.

 

A verdadeira intenção fica clara quando se associa as decisões com as atitudes diante dos fatos. Um país imperialista pode ser comparado a um indivíduo rico que anda por ai armado exigindo que os outros se desarme e faça suas vontades. A seu favor usa o apoio dos seus amigos ou aliados, que não passam de interesseiros e o poder da propaganda para parecer ser uma boa pessoa. Esse é um comportamento humano, que nunca deu certo, praticado desde os primórdios da civilização, no entanto o homem insiste na prática dessa mentalidade anticivilizada. Na história da humanidade o imperialismo foi o principal causador de conflitos entre povos. Mas a dominação do mais forte sobre o mais fraco nunca funcionou e não funciona até hoje, porque entre os submetidos sempre há quem não aceita submissão. Em todos os sentidos o imperialismo é um mal a paz mundial.

 

Então porque o homem continua insistindo até os dias de hoje nesse comportamento ignóbil? Será que o homem voluntariamente quer mesmo ser assim, desse jeito? Digo que isso é uma evidencia de que a humanidade no que diz respeito à organização social não evoluiu tanto quanto parece, ao ponto de manter no meio do caminho do seu desenvolvimento esse obstáculo grosseiro e até então não dar sinais de removê-lo.

 

O imperialismo moderno também estar intimamente ligado ao capitalismo em que a palavra de ordem é a competição entre as pessoas e a arma principal utilizada é o poder da influência de um povo sobre outros. Mas a cultura da competição, também tratada aqui, é um enigma que leva a ambigüidade, que a muito ainda precisa ser estudada, pois competir gera conflito entre nós seres humanos, quando nós mesmos nos classificamos como consciências inteligentes, mas que ainda não controlamos verdadeiramente nossas emoções, nas quais são tomadas as decisões; no entanto caminhamos num modelo de existência que para evoluir é preciso competir. Suponho, “pensamento sujeito a variações”, talvez, que a existência dessa ambigüidade em muitas questões referente à existência humana se dar pelo fato de que ainda estamos, toda a humanidade, num momento de transição de uma transformação evolutiva rumo ao verdadeiro conhecimento, e ainda não conseguimos interpretar corretamente as engrenagens das forças invisíveis da essência das coisa que formam cada grandeza nesse mundo. Ainda habitamos encima do mistério da nossa própria existência.

 

Por enquanto o comportamento imperialista persiste e pode desencadear um conflito catastrófico, simplesmente porque um país deseja dominar os outros. Mas se sobrevivermos à transição para o conhecimento verdadeiro, que tanto buscamos, certissimamente evitaremos nossa autodestruição. Temos de conviver com isso porque evoluímos nessa direção, criamos as condições, pelas quais passamos nesse momento da história.

 

 

                                                                             “FÉ E LUTA”.     

 

 

5/21/2009

O ABSURDO DA PSIQUÊ HUMANA

 
 
É fácil imaginar, difícil executar. Fazer é uma possibilidade, prever é uma questão em aberto.
 
Todos acontecimento são fatos que se originam a partir do poder de quem ou o que praticam ou provocam a ação dentro do sistema social organizado. Esses entes causadores de fatos, que são todas as pessoas em potencial, são limitados pelas regras sociais e morais, nas quais há brechas para serem quebradas. E uma dessas brechas é a deficiência humana de não saber lidar com a realidade.
 
O ser humano tem dificuldade para lidar e entender sua própria realidade e muita flexibilidade mental para adaptar-se a situações, mesmo as que destoam do contidiano aceitável.
 
O ser humano por ser sujeito a influência das coisas a sua volta, tem a capacidade de transformar a realidade do inaceitável para o aceitável. Principalmente diante do sentimento de impotência de uma situação difícil. No entanto, também, não tem poder para mudar a natureza dessa realidade, o que faz conviver no erro ou no acerto do que não consegue controlar.
 
Aceitar o absurdo, sem entender a sua natureza é uma demostração de fraqueza do homem diante do desafio da existência do aceitável. Nunca render-se as dificuldades não é uma premissa própria do ser humano sentimental.
 
O desencadeamento dos fatos absurdo é a imposição da realidade sobre o cotidiano. É uma pressão da realidade que estar sempre em movimento e o homem deve saber administrá-lo.
 
O absurdo das coisas da realidade do cotidiano se agrava diante da inèrcia das atitudes humanas.
 
As coisas do mundo estão sempre em movimento. O homem com suas iniciativas próprias deve acompanhar essa movimentação para não se deixar ser atropelado. Quem é atropelado pela realidade é porque não estar em movimento mental no tempo e no espaço, esses estão mais sujeitos aceitar passivamente o absurdo das coisas da vida. Ser atropelado pela realidade é não dar conta da própria existencialidade.
 
 
4/28/2009

A JUSTIÇA HUMANA

 

 

O que é a justiça? O que o homem faz para aproximar a sua justiça da verdade?

 

Felizmente o homem guarda na consciência a sensação da verdade, mas pela própria limitação humana, essa sensação não passa do plano abstrato.

 

A justiça possível é apenas um emaranhado de procedimentos transformados em atos institucionais dentro do sistema social.

 

Constituir justiça num mundo onde não se conhece sequer a si mesmo é um desafio á prática. Pode correr o risco da justiça confiada tornar-se-á comparável á injustiça.

 

Nesse sentido o meio mais eficaz encontrado para se fazer justiça, humanamente, é fazer valer a vontade da maioria.

 

Logo, pode se dizer que a justiça do homem é o ponto de vista do homem, sobre as coisas do mundo, dentro da sociedade, que vive. Desse modo a eficácia da justiça é o jeito como essa sociedade foi educada.

 

É sabido que o jeito de pensar o mundo é o resultado do jeito como somos orientados no nosso desenvolvimento físico e intelectual dentro das circunstancias diversas do ambiente onde nascemos, desenvolvemos e envelhecemos. E nessa direção é para onde aponta a sensação de justiça, compreendida como tal, na consciência das pessoas.

 

A mentalidade do ser humano, ao longo dos tempos, é trabalhada continuamente de acordo com os próprios fatos causados por si ou que lhe são causados humanamente. As atitudes do homem e tudo que faz é o que resulta a transformação de si mesmo. O homem é o resultado das suas próprias ações refletidas nas atitudes do dia-dia e o seu modo de pensar o mundo origina do modo do fazer. As coisas que faz são as coisas que pensa e as conseqüências dessas coisas é que irão gerar outras e outras, que irão influir no seu universo social. A vida existencial é uma seqüência de fatos e a mentalidade segue esse mesmo princípio no plano abstrato e físico.

 

A direção para onde a humanidade caminha depende do sentido de onde veio. A projeção para o futuro é a constituição do objeto ou situação, de um passado, pelo qual passou.  

 

A sensação de justiça no homem acompanha essa evolução inconsciente e o estágio atual em que se encontra a civilização não demonstra nenhum avanço importante na capacidade humana da aproximação com a verdade satisfatória aos anseios inspirados na vontade intima da verdadeira justiça.

 

Mesmo não tendo ainda visão para uma justiça mais justa, o contentamento com os procedimentos atuais nos tribunais penais e nas pequenas decisões comunitárias, não passa de conformações superficiais humana, pois no fundo há uma sensação inconsciente da existência, ainda oculta, de uma justiça mais justa. Essa sensação persiste pela necessidade da constituição humana que precisa conviver com a verdade e por não ter ainda descoberto uma maneira mais justa para decidir suas questões, mesmo as mais elementares.

 

Biologicamente somos o que comemos, mentalmente somos o que pensamos. Fisicamente o que somos __biologicamente e mentalmente__ é o que resulta o que fazemos e somos. É o que fazemos nas nossas atitudes que leva a justiça prática tal como conhecemos, de acordo com a nossa compreensão humana do mundo.

 

Por enquanto o homem ainda não conseguiu apurar a capacidade da sua visão verdadeira do mundo e associa-lo a prática dos seus atos. A sua justiça espera a conquista deste nível de consciência para deixar de ser a vontade da maioria e tornar-se decisões baseadas no equilíbrio da constituição biológica e mental na compreensão da consciência interior e universal.

 

 

 

11/12/2008

DEMOCRACIA É DISCIPLINA

 

 

Durante a História a humanidade passou por vários momentos importantes causados por diferentes circunstâncias do próprio comportamento e pouco-a-pouco assumiu o comando do seu próprio destino na sua própria evolução, e atualmente tornou-se uma ameaça para o mundo e para si mesmo.

 

Hoje, mergulhamos num período que tenta consolidar um valor que a humanidade tanto deseja, desde o princípio, a liberdade.

 

A vida livre sempre fascinou o homem e o levou cometer sacrifícios terríveis em todas as épocas pela qual passou, mas nunca aprendeu lidar com a liberdade, mesmo depois de conquista-la.     

 

A liberdade é um poder e como qualquer poder nesse mundo estar sujeita as leis naturais que regem a ordem do universo. Os atos nascidos das atitudes são poderes da liberdade humana. Para ter poder é necessário estar preparado para dominá-lo, se o homem não estiver preparado para dominar o poder, que estar contido nas suas próprias iniciativas, por ele será dominado e destruído, pois as causas e conseqüências dos atos, para o ser inteligente, resultado da livre escolha, é muitas vezes maior do que para os seres irracionais, por causa da consciência racional e da vontade sentimental no entendimento da interpretação da lógica nas grandezas que formam o mundo.

 

Para a Democracia funcionar liberdade e disciplina são inseparáveis. Vivemos num mundo onde o ser inteligente ainda não conhece a verdade e não controla seus próprios sentimentos, força motriz dos seus atos. Nesse cenário a idéia de liberdade absoluta pode representar um risco incalculado não percebido por quem avalia a situação humana pelas emoções.

 

O homem ainda não estar preparado para se conduzir, como senhor do próprio destino e da vontade, ainda á necessidade dos mitos e crenças para regular a autoconfiança no seu caminho do conhecimento, ainda obscuro.

 

Nenhum ser inteligente quer ser controlado, mas á de usar essa mesma inteligência para se auto-avaliar e saber que outra coisa tão importante quanto à liberdade, chamada Disciplina Consciente, ainda precisa ser conquistada, e estar dentro de cada um, para legitimar universal e humanamente a aplicação eficaz do verdadeiro princípio de liberdade, “governo do povo para o povo e pelo povo”.

 

O problema da liberdade, hoje, em muitos países do mundo, não é mais institucional; e sim evitar que as pessoas comuns façam mal uns aos outros ou mesmo a si próprios.   

 

A liberdade vigiada por cada um, consciente da própria capacidade inteligente, sacrificando a prática de alguns desejos nocivos à vida em sociedade, que hoje são incontroláveis por vários motivos interno e externo é o preço que deve ser arcado pela verdadeira liberdade democrática que na atualidade ninguém estar disposto pagar. Não á bonança sem sacrifício e o homem não alcançará o nível de existência plena sem dominar completamente os seus vícios, que são termômetros da ignorância bestial.   

 

A Disciplina Consciente é o juízo da consciência moral e ética baseado em princípios racionais que leva o homem encontrar o ponto de equilíbrio entre emoção e razão na aplicabilidade do dia-dia responsável.

 

A humanidade chegou numa encruzilhada da própria existência, para passar para outro estágio mais avançado terá de escolher o caminho certo. O ponto de equilíbrio é a saída, mas para quem estar à mercê da ilusão dos vícios, parece difícil encontrar. Liberdade sem Disciplina Consciente é o caminho da autodestruição.

 

Será que a humanidade ainda sem conhecer a essência da verdade estar preparada para guiar seu próprio destino, livre dos mitos, das crenças e dos seus medos, como querem; e que servem como regulador das atitudes, sem colocar em risco a própria existência? Se o homem já percebeu a natureza desequilibrada causando problemas, deveria estender a continuação desse raciocino para consigo mesmo, para compreender que por fazer parte é um mundo inteligente integrado, conseqüentemente em desequilíbrio e a causa de tudo que acontece ao seu redor.   

 

 

 

7/24/2008

ONU E DEMOCRACIA

 

   

ONU

 

A ainda curta caminhada da humanidade na História acumula muitos tropeços em dirção ao futuro incerto. Os sistemas sociais criados para facilitar a vida em sociedade apresentam grandes dicotomias, que pela condição de compreensão até então alcançado, leva o homem não saber se os passos que dar na existêcia são corretos ou não; é nesse contexto que a civilização se conduz sem saber onde vai parar.

 

A divisão do mundo em regiões estes em territórios e Estados constituídos, segundo sua gente, cultura e tradição local; o Capitalismo com seu poder de legitimar a propriedade e o controle dos investidores sobre os consumidores é uma evidência clara de uma pretensão humana direcionada para o acumulo de riquezas, conduzido por uma força adversa da verdadeira função social necessária, que acarreta os problemas sociais existentes no mundo numa ameaça do homem pelo homem, que elegeu o seu próprio valor, calculado de acordo com os bens materiais que consegue acumular.   

 

Quando os seres humanos criaram essas diferenças entre si, começaram se digladiarem ao ponto de colocarem em risco o próprio meio em que vivem por isso sentiram necessidade de se autodeterminarem, dispostos evitarem esse descontrole perigoso e resolveram criar um organismo para servir de instituição mediadora de conflitos no mundo inteiro.

 

A ONU é o resultado disso, não é uma instituição que tem representatividade própria, não poderia ser é claro, é uma organização, cujo poder é cedido pelas nações membros, mas como tudo no mundo estar envolvido em interesse, a ONU não podia ser diferente, pois guarda na sua estrutura resquícios desses interesses representado pelos países que compõe, o Conselho Permanente de Segurança.

 

Num nível destacado, que ocupa sobre os demais membros, o Conselho Permanente de Segurança da ONU representado pelos Estados Unidos, Inglaterra, França, Rússia e china de acordo com a função e o poder privilegiado que detém, através do veto, é incompatível com o espírito de democracia e liberdade pregado e divulgado amplamente pela instituição, mantido com o propósito de intervenção militar, no sentido de que esses países detêm os maiores arsenais bélicos.

 

 

Esse jeitinho encontrado pelos países aliados, quando da criação desse organismo internacional, para terem sempre uma posição privilegiada, macula com uma característica não democrática e tira o brilho de uma organização que mesmo com os fracassos, tanto tem se esforçado para a paz mundial. Todos os associados, por obrigação da lisura para manter a representação da liberdade que pregam, deveriam ter os mesmos direitos compartilhados.  

 

Para uma instituição que tem 195 membros, representantes de democracias, apenas cinco terem poder de veto no conselho de segurança é uma contradição, tanto para a política externa, como interna, quando exige tratamento de igualdade, paz e harmonia entre os povos sob sua tutela.

 

Talvez essas contradições representem à incoerência do ser humano nas tomadas de decisões próprias, ainda incapacitado da clareza necessária para andar no seu próprio caminho pela luz das suas próprias convicções racionais, sem ainda ter consolidado a cultura da verdade que existe em si de si para si e a mancha dos interesses escusos normalmente existentes nas suas obras, mesmo nas que são feitas com o propósito do bem.  

 

 

 

6/19/2008

POLÍTICA INDÍGENA

 

 

No Brasil, tantas são às sugestões, muitas foram às políticas desenvolvidas, ao logo dos tempos na Historia, mas lamentavelmente, aliados a boa vontade existe um grande equívoco no que diz respeito à política indígena.

 

Mesmo sendo diferentes culturalmente, os índios são como qualquer outra pessoa humana, é claro. Quero dizer que os índios têm o mesmo padrão emocional de todo civilizado, portanto, propícios às mesmas vontades e desejos.

 

Assim, será que o homem índio quer mesmo viver isolado de todo o resto civilizado, com o propósito apenas de preservar sua cultura e abrir mão de todos os benefícios da tecnologia que lhe rodeia por todos os lados?

 

Será que não são as autoridades e as organizações que estão impondo essa condição, mais para tentar preservar uma cultura, do que para melhorar suas vidas, num gesto pretensioso, disfarçado da verdadeira intenção para manter esse povo isolado, como objetos de estudos num grande zoológico humano. Fato que se torna ambíguo, quando a razão do isolamento seria preservar o modo de vida existente, logo o índio que adota modo de vida civilizado não tem sentido permanecer em tal estado de segregação. 

 

Será que o índio não quer geladeira, fogão a gás, televisão, transporte motorizado e outras tecnologias, apenas em nome da preservação da cultura? Quem tem o direito de decidir sobre isso? E se o índio quer também o conforto dos tempos modernos, por que manter-los confinados em reservas em estado de segregação em um tempo em que todos falam da integração entre os povos. Não que sejam obrigados por qualquer medida ou circunstâncias abrir mão do seu modo de vida semiprimitivo ou permanecer como tal, mas que essa decisão seja dos próprios povos indígenas.  

 

É sabido que nas maioria das escolas que ficam dentro das aldeias é ministrado uma programação de ensino muito inferior, propositadamente, com a intenção de não agredir o modo de vida indígena, inclusive com horários e conteúdos das aulas reduzidas. Aqui entra outra questão: será mesmo que o governo Brasileiro e as entidades que cuidam da política indígena pensam em levar a frente a todo custo, esse modelo de superproteção ao índio? Se assim for, como demonstra; como será no futuro, talvez não muito distante, quando esse povo se tornarem em grande número? Será que o governo estar mesmo disposto, no futuro, sustentar milhões de pessoas apenas com cestas básicas, pois as matas não vão ser o suficiente para manter esse povo com o modo de vida de caças e coletas, até mesmo manter uma agricultura, praticada por eles mesmos, para sustentar tanta gente exigirá grande esforço e gasto, já que não estão sendo educados num nível adequado para competir com o resto da sociedade nas oportunidades.

 

Admito, é muito bonito ver o índio pelo lado romântico das coisas, mas a realidade é muito diferente. Não prepará-los para incerí-los no sistema social, para concorrer, de igual para igual, com os demais no mercado de trabalho, inevitavelmente é a preparação de um problema futuro muito grave. O que vão fazer no futuro não muito distante essa massa de pessoas sem instrução?

 

O ser humano, portador de inteligência, foi feito para evoluir, ao contrário, esse dom divino se autoanula e o ser humano não passará de um ser em que o instinto estar acima da razão.

 

Afinal, qual o melhor? Ensinar hábitos básicos de higiene, passar técnicas de construção de moradias seguras, ou deixá-los conviver com proliferação de doenças simples, que podem ser evitadas com essas medidas, apenas pelo motivo de não querer interferir numa cultura semiprimitiva. É justo não dar oportunidade para esse povo progredir? O que pensa o jovem índio que assiste na televisão todas as maravilhas do mundo moderno sem poder fazer parte dele, por que lhe é negado oportunidade em nome de uma mentalidade direcionada por intelectuais e ativistas?  

 

O homem não pode viver para a cultura, porque é portador de inteligência. A cultura é uma criação sua e deve estar sujeita as suas modificações, não o contrário, pois tudo nesse mundo, obrigatoriamente, de acordo com as leis naturais, que regem todos nós, se modifica, evolui. O que o homem deve fazer é direcionar, para que essa evolução, inevitável, aconteça na direção do bem. Nenhuma civilização no mundo deve ficar refém de tradições de uma cultura estática.

 

Enquanto as decisões governamentais, que se sucedem, andarem conforme a maré dos fatos, impulsionados por pensamentos ideológicos de ativistas, que se orientam pelas emoções, esse problema estar longe do caminho condizente com a realidade.

 

Digerir a cultura e criar novos conhecimentos, a partir dela, é uma solução essencial para qualquer civilização continuar sua marcha no tempo e no espaço. É como produzir e consumir seu próprio alimento e a partir dele, com as mudanças obter novas forças, para com a força adquirida ser capaz de melhorar para a etapa seguinte, renovada, na caminhada da existências. Já imaginou se a civilização atual nos tempos antigos tivessem se fechado cada povo em si mesmo para a cultura, as tradições e todo o resto? Possivelmente muitos povos ainda estariam na idade da escrita cuneiforme e do broze. Entenda essas citações como princípios não como exemplos, por favor.

 

A aculturação dos povos indígenas é inevitável, pela expansão dos meios de comunicação em todo o mundo e o aumento da população mundial. O contato entre os diferentes povos é  o fator decisivo, não tem como evitar. O governo e as instituições só tem que se preocuparem para não permitirem a alienação do homem índio nesse processo.

 

A civilização não é um mal, ao ponto de algumas pessoas tentarem a todo o custo adiar a prática desse conhecimento para o índio. Os muitos defeitos da civilidade são problemas que precisam serem resolvidos pelo homem para que a civilização, em algum dia, encontre a verdadera harmonia e o verdadeiro sentido da existência seja compreendido completamente. O homem nasceu para ser parte da humanidade, não há razão para querer distanciar grupos sociais dos outros, sejo qual for argumento; a vida em sociedade é uma das maiores conquistas, ainda não pronta, apefeiçoá-lo é a missão de todos nós, índios e não índios nos unindo não nos separando. 

 

 

                                                                                            "FÉ E LUTA". 

 

 

 

 

5/22/2008

LOGICA EQUIVOCADA

 
 
 
Tentar incentivar a prática do bem através de exemplos que mostra o lado negativo de uma realidade factual, pode ser muito perigoso. Sabe-se que alguns argumentos têm efeitos ambíguos sobre o entendimento das pessoas e os seres humanos têm tendência natural de serem atraídos por coisas ruíns, forçados pelos desejos, em menor ou maior grau, o que os tornam diferentes perante uma mesma situação. Um mesmo assunto para duas pessoas pode causar efeitos de interpreções diferentes, de acordo com a personalidade individual, haja visto que no labirinto da razão há muitas falsas verdades, que se tornam ameaçadoras diante das pessoas mais influencisáveis e aqueles incenssíveis para captar o verddeiro senso de justiça.
 
Exemplo: quando alguém pretende mostrar que é errado usar drogas mostrando, através de imagens, ou diálogo; que é um tipo de apelo, o indivíduo na prática do ato. A pessoa pessoa normal que tem valores morais equilibrados, sem distorção de personalidade, ficará horrorizado pelo que ver e jamais quer fazer o mesmo. Mas quem tem tendência para a negatividade será fácil ser influenciado, em vez de reação de repúdio, terá atitude de admiração, ou mesmo deixar despertar pensamento adormencidos sujeito a uma ligação com a negatividade sentimental tentadora. Com isso, uma vontade que na consciência podia ser apenas uma remota possibilidade fantasiosa, passa ser encarado como uma situação possível, estimulado pelo apelo que teve efeito contrário. Portanto, em vez de inibir o indivíduo na prática do que é errado, acaba despertando para quem têm negatividade no coração que é viável fazer o que antes era apenas um pensamento distante.
 
Mas em vez disso, se o exemplo para a prática do bem for dado demostrando o lado bom do ato da realidade factual das coisas, ao contrária do que foi exemplificado acima, se não for eficaz, ao ponto de modificar quem tem negatividade e maldade, pelo menos não incitará os maus se tornar pior ainda. Pois a demontração do bem para o bem só faz bem, tanto para quem é má, como para os que já tem corações puros.
 
Se considerar que vivemos num mundo ambíguo formado de forças opostas no todo, e que o equilíbrio é o ponto essêncial na manutenção da harmonia, fica fácil entender o porquê o ser humano oscila entre essas duas grandezas naturais do sistema mundano e é tão fácil cair vítima de si mesmo, pendendo para uma delas; o bem ou o mal. É através do equilíbrio que o indivíduo pode se auto-determinar quem é no lugar que ocupa no tecido social  que vive, no tempo e no espaço do universo introspectivo e extropectivo.
 
 
5/7/2008

ARMADILHA DO CAPITALISMO

 

 

Existem pessoas, que se preocupam apenas com os bons ventos, sem outras coisas que movam os interesses. Outros, diferentemente, miram suas atenções, para outros horizontes a procura de oportunidades que não deve ser desperdiçadas, e não discansam a qualquer custo. Isso representa as faces bem diferentes do mundo, que cada um pode escolher, livremente. Mas, inevitavelmente, mesmo sem se dar conta, todos estão sujeitos ao mesmo sistema, querendo, ou não, o qual exerce sua força sobre todos. É o poder do Capitalismo. Tão presente, que muitas vezes, não nos damos conta de sua existência, no dia-dia, ou devemos estar mesmos acostumados a não pensar nele.

 

Habituamo-lo ver-lo, como um bem, porque nascemos nele, vivemos nele e nos servimos dele. Por isso aprendemos respeitá-lo, mas sua verdadeira face é oculta e poucos conseguem ver, como ele é.

 

O Capitalismo nasceu e se desenvolveu e cá até hoje, entre nós. Fascinou a humanidade por muitos séculos. Uma maneira fácil de subir na vida, para os mais espertos. Um jeito prático de promover a ascensão social, pelo o próprio esforço. Sua espinha dorsal chama-se consumismo. Logo, sem consumo não sobrevive. É ai, que o Capitalismo corre risco, ou ao contrário, pode colocar a humanidade em perigo, diante da sua simples existência.                                                       

 

A continuação do consumismo não vai suportar o limite de recursos naturais disponíveis, para suprir a humanidade, isso é um fato evidente e lógico. Não tem para onde correr. O Capitalismo é preciso ser substituído, o quanto antes, ou transformá-lo, para o bem da humanidade. Esse último, creio ser muito difícil, pois as mudanças exigidas, são o oposto dos fundamentos da sua existência. O Capitalismo não é mais compatível com a nova realidade. O sistema natural de equilíbrio exige mudanças radicais no comportamento do ser humano se quiser continuar como parte dele.

 

As preocupações com o meio ambiente, nos últimos tempos, estão causando muitas mudanças na mentalidade das pessoas, em todo o mundo. O temor da possibilidade de uma catástrofe global, fica cada vez forte diante das evidências, que se mostram reais. Ganha força a idéia de racionamento de recursos naturais, depois da conscientização de seus limites.

 

Então, o que fazer? O Comunismo teria muita dificuldade de substituí-lo, porque na cabeça das pessoas, sua existência, estar ligada ao totalitarismo o que não deixa de ser verdade. Aliás, o totalitarismo, tão execrado, não pode ser descartado do contexto da situação, que se agrava.                                          

 

Isso é muito grave. Pois, ainda não foi enventado nada que possa substituí-lo. Aprendemos, que controle, quase sempre, tem haver com ditadura. Mas de acordo com proximidade da iminência dos fatos evidentes apontados, se as autoridades e o povo não conseguirem frear essa ameaça de desequilíbrio Ecológico, causado pelo consumismo, o controle pode ser uma medida, que por bem, ou por mal, vai ser necessário fazer parte da vida da humanidade no futuro, talvez não muito distante, já que não vai ser mais possível, ao ser humano, fazer o que quiser com os recursos naturais. Conseqüentemente, o consumo terá de ser rigidamente controlado.

 

Será que a humanidade armou sua própria ratoeira e estar preste a cair nela? A ditadura, que tanto repugnou, agora tem a possibilidade de ser imposta, num futuro, talvez não muito distante, não mais pela vontade dos homens, mais pelas circunstâncias das condições do planeta Terra, para garantir a continuação da própria existência da vida humana, ou será o fim? 

 

 

 

5/2/2008

O MUNDO AINDA É DOS MAIS FORTES

 
                                           
 
É isso, a humanidade inventou e aprendeu manipular a escrita. Com ela registramos e tomamos conhecimento do passado. Sem dúvida um grande pulo, talvés o maior da existência humana, que serviu de base para outros passos importantes. Com ela veio as ciências e o saber cultural se desenvolveu. Tudo muito lentamente, sem a consciência consciênte coletiva de cada época, sem o homem se dar conta do valor absoluto dessas transformações. Não se sabe exatamente que força oculta o guiou, ao longo do tempo, ajudando vencer e desviando das dificuldades, para alcançar esse estágio. Chegar até aqui, na atualidade, tal como é.
 
Parece tudo muito simples, não fosse o cinismo, que veio junto e outras qualidades negativas, que aturmenta e deturpa a verdadeira visão das coisas na mentalidade da coletividade. Quem nunca ouviu tais expressões: "Ninguém é mais do que ninguém". "Somos todos iguais". Muito bonito, por sinal, mas essas expressões demosntram o grau de conhecimento negativo, que evidência a negativa de que a força não mais prevalece nas decisões e comportamento da sociedade moderna e tão longe estar à mentalidade do ser humano da realidade. É verdade que a humanidade conseguiu, desde os primórdios, muitas mudânças no modo de vida. Mas essas mudânças não conseguiram apagar por completo a original raiz da essência hominídea. O ser humano ainda carrega em si profundas marcas primitivas, que se mantem encobertas pelo manto da aculturação.
 
Veja em volta? Veja o maior sistema criado, organizado, para dar suporte a existência materialista humana. Falo do Capitalismo, engendrado pelos e para os mais fortes. Os tolos, os de pouca inteligência nunca sobreviverão nesse meio, porque não foi feito para eles. Ninguém faz negócios, ou transações se demonstrar fraqueza. Ninguém nunca subirá de vida, se não tiver a esperteza necessária, para competir. O Capitalismo é competição e em competição vence os mais fortes. Veja o Esporte, eleito como atividade universal, usado para garantir saúde, recuperar indivíduo, recomendado, para formar a perasonalidade de jovens. Estar baseado encima de competição. Ninguém consegue pensar em Esporte se não for para competir. É a evidência mais visível, que a lei dos mais forte, nosso primeiro modo de ver o mundo, sobrevive. No entanto isso é negado por quem tem capacidade de entender. Enganam-se a si mesmos, para não aceitar a verdade da realidade, que não precisa, sequer de comprovação científicas. Estar na cara, para quem tem bom senso ver. Acham os teóricos materialístas, que vivem num mundo civilizado demais para admitir. Acreditam que isso é coisa dos tempos negros da História da vida humana. Veja a natureza, em geral? Os animais predominam uns sobre os outros, assim como as plantas, onde a cadeia alimentar é um grande fator dominante. É a parte da vida onde foi observado a ainda debatida e questionada seleção natural. Parece compreensível entender o porquê o homem só conseguiu perceber essa teoria na natureza bruta, de início, apenas entre os animais, já que tem dificuldades de definir si mesmo, como um ser do mesmo ambiente natural dos demais. As tentativas, para apagar esse passado, por mais que tenha sido feito, se tornando, o homem, mais intelectualizado, não deu certo. Parece que a agressividade estar na essência da raça do único ser inteligênte da face da Terra.
 
É lógico entender, que essa lei natural, como todas as outras, também rege o ser humano, como parte do todo. É certo dizer, que a lei natural da sobrevivência dos mais fortes é a mesma teoria da seleção das espécies, tratada para parecer mais agradável aos olhos civilizados; e o ser humano não deveria senti-se envergonhado de fazer parte dela. Baseado nisso, pode se dizer que os animais doêntes, ou que nasce com defeitos, são descartados pelos semelhanes, como uma atitude natural, para seleção melhor dos indivíduos da espécie, assim como as plantas. Então, o que dizer na espécie humana? Dos desajustados socialmente, os alcoólatras, os mendigos, os débeis mentais, os portadores de males contagiosos incuráveis. O comportamento de isolamento, ainda normal nas pessoas, também não seria uma atitude natural, para a seleção dos indivíduos mais capaz da raça humana. A mania de grandeza não permite admitir, abertamente, tais características primitivas, ainda mais nestes tempos de culto a democracia e aos direitos humanos individuais, mas o ser humano cai no ridiculo e demonstra estar sempre fugindo da realidade, porque tem mêdo da sua própria condição de ser animal.
 
 
 
 

HIROSHIMA E NAGASAKI SEM CONSTRAGIMENTO

 
 
 
 
O que é monstruosidade? Como se define mentalmente esse termo criado para qualificar os piores homens? Nenhuma outra espécie de ser vivo na face da Terra merece tal taxação. Existe puramente, para o ser inteligente, único capaz de cometer crueldades exclusivas, para satisfazer seu ódio. É bem conhecida a máxima, que o ser humano possui seu lado bom e mau, nenhuma novidade, é claro, mas não é isso que eu quero dizer especificamente.
 
Quando o ser humano foi criado, recebeu os atributos necessários, para viver e se desenvolver, para que em algum tempo podesse alcançar a glória, por seus próprios meios e assim, conquistar o prêmio pelo seu trabalho digno e reto. Sua qualidade moral foi o maior galardão, para permanecer na paz consigo mesmo e com  os semelhantes.
 
Mas o homem criou instituições e com elas ganhou poder sobre os demais, criou nações e destorceu a verdade. O lado emocional sobrepôs-se a razão, era tudo que faltava para se tranformar num débil mental poderoso.
 
A pior arma feita pela humanidade foi usada apenas duas vezes, felizmente, numa única ocasião, contra civis e o responsável por esse genocídio se posiciona na atualidade, como um senhor absoluto. As mudanças da política nos últimos tempos, em vez de colocá-lo na berlinda da história, pos no comando, sendo a voz principal de qualquer decisão internacional, sobre qualquer assunto.
 
Pelo que tenho observado na mídia internacional, as qualidades que existem entre as pessoas, que é a base da personalidade de qualquer bom cidadão; entre os países, parece não significar a mesma coisa. A diplomacia se encarrega de esconder a verdadeira face da verdade, ações éticas são substituidas por atos de governo e interesses, maquiados embaixo de acordos e política governamental ultra-secreto.
 
As grandes nações do mundo se atritam o tempo todo, na história, para mante-se nas suas posições previlegiadas, em detrimento das menores. São os donos do poder, da mídia e comandam na cabine do capitalismo. Existe um ditado popular entre os de de baixa estima, que diz o seguinte: "Eles são canalhas, mas são ricos". Ninguém quer sair de perto de quem tem poder e dinheiro, o canalha rico, mesmo sabendo das suas farsas. São os países aliados e do mundo subdesenvolvido, que põem alimento na bandeja do imperialismo mundial.
 
O modelo unilateral, que a Geopolítica se organizou atualmente é perigoso. Isso pode ter sido esquecido durante os quarenta e cinco anos da guerra fria, quando existia um equilibrio de forças entre os blocos Capitalista e Comunista, que para muitos parecia muito mais terrível, mas prova-se ao contrário, se observarmos o comportamento político do país mais rico da atualidade, o qual reividicou para si, mesmo na informalidade e sem o consentimento de ninguém, o direito de mandar no mundo.
 
Como já deve ter notado, o foco aqui é o Estados Unidos e suas duas bombas nucleares, jogadas sobre o Japão na Segunda Grande Guerra. A pergunta é: Por que não á demostração de constrangimento, do autor, depois de causar tamanho desastre humanitário em um povo? Um país, que se vangloria da democracia que possui e um dos que ajudou emplementar a declaração universal dos dereitos humanos, adotado pela ONU? Mas os apaixonados por essa nação pode dizer: Como sabe que não há arrependimento? Digo, arrependimento, pedido de desculpas escrito em notas diplomáticas e palavras soadas ao público, por microfone, é muito fácil. A verdadeira demonstração de remição de um erro, se dar com atitudes, após o acontecimento do ato. Não é isso que o Estados Unidos da América demontra. Suas incursões bélicas pelo mundo afora, desde quando se consolidou potência dominante, causou estragos inconstestáveis, desnecessários. Na primeira e segunda guerra mundial descobriu, que destruir, para depois reconstruir é um bom negócio. Infelizmente, enquanto todos choravam seus milhares de mortos, mesmo os aliados vencedores, se preparava para estender sua dominação. Sua habilidade para tirar proveito das situações, a seu favor, é inigualável, até mesmo dos desastres impostos a si, pelos impotentes inimigos. O ataque das torres gêmeas, em Nova Iorque, é o exemplo mais recente. Quando achor o motivo, que esperava, para invadir o Iraque. Questão, que provou ser a gloriosa Organizações das Nações Unidas, apenas um fantoche enfraquecido, entre os países ricos, deisfarçada de guerreira defensora da paz, para amendrontar e impor sansões apenas aos mais fracos. Se fosse na escala humana, seria um baita constrangimento, não poder fazer nada para evitar um banho de sangue, sua missão obrigatória. E após o crime cometido, servir somente para recolher os mortos. A nível de instituição, é normal esse tipo de coisa, como se não tivesse um ser pensante por trás. Mesmo sendo descoberto a trapaça, que armou, para justificar a invasão, o autor, não corre nenhum risco de ser punido. Imagina as consegüências, se fosse um país de terceiro mundo.
 
Voltando ao assunto nuclear, para diminuir a pressão pública internacional, foi celebrado em primeiro de julho de 1968 o tratado de não proliferação de armas nucleares (TNP). Sobre os aplausos geral e elogios do mundo enteiro. Mas outro objetivo, maquiado, era posto em prática, pelos Estados Unidos. Manter o controle das demais naçõe, já que possuir armas nucleares é um grande trunfo de persuasão, para qualquer país. Seria uma ameaça a suas ambições imperialistas.
 
Os cincos Estados, membros permanentes do conselho de segurança da ONU, que são dententores de armas nucleares, não cumprem suas partes no acordo de desarmamento e não assinaram o protocolo adicional, para não proliferação de armas nucleares, apesar de idealizadores. Alegam que seus arsenais nucleares são declarados, portanto, não tem sentido se submenter a tal acordo, assim como evitam incitar uma medida de desarmamento geral. Mencionam falta de progresso sobre essa questão, entre as outras nações. Certamete uma desculpa diplomática, para ignora, para si, os acordos de desarmamento nuclear, que fizeram. É bem sabido, que existe um plano de governo dos Estados Unidos, para a formação de um novo pessoal técnico, que forma o corpo de profissionais do serviço de fabricação e manutenção de armas nucleares. E á algum tempo, vem mostrando intenção de substituir seu antigo arsenal, com a fabricação de outras unidades equivalentes. O sistema estar montado, converge para o poder sentral, parece não ter ninguém disposto desfazê-lo. O curioso, é que pelo o tratado de desarmamento estar desobrigado da proibição, assim como os outros quatros, que compõe o conselho de segurança.
 
As armas nucleares fazem parte do arsenal regular dos Estados Unidos. Isso quer dizer, que podem ser usadas pelas mesmas normas das demais convencionais. Não há constragimento por ser o país inventor e o único que já fez uso real de artefatos nucleares. E aniqulou, de uma só vez, cento e oitenta mil vidas. Ao contrário, acha-se no direito de manter seu arsenal, enquanto cobra impondo a força o desarmamento dos outros, através da agência internacional de energia atômica (AIEA). Enquanto isso, mundo assiste de camarote as incursões pretenciosas desse arrogante país. É a perversão da lógica, para quem tem bom senso ver.
 
Diferente do que mostra, para a opinião pública internacional, os Estados Unidos estar mais interessado em desarmar seus inimigos, ou possíveis desafetos, e mante-se no topo, com ninguém capaz de ameaçá-lo, do que com a segurança do planeta. Pois não tem intenção nenhuma de se desarmar. Alguém ainda tem dúvida de suas verdadeiras intenções?  Ainda acreditam não ser um país perigoso?